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“Então, eu acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas.”


Numa Boa.

Ainda doía quando escrevi. Já reparou que coração partido faz isso? Rende música. Texto. Quadro. Fotografia. No mínimo, um dia em silêncio, debaixo das cobertas, acalmando a alma e vendo filmes que, antes, a gente não tinha tempo, ou vontade, ou disposição pra ver. Olha só que coisa bonita essa: até o seu fim me rendeu alguma coisa.

Eu não sou dessas pessoas que mendigam atenção. Que dirá implorar amor, essa coisa que a gente não controla, não é? Prefiro ser abandonada a viver a ilusão eterna de um amor que não existe. Ou ajoelhar e pedir que, por favor, pelo menos finja. Fica, tenta, vira aí alguma chavinha que te faça me amar. Não, eu não sou dessas. Ou fica porque quer ou vai sem nem pensar.

Li em algum lugar esses dias que a gente conhece mais alguém pelo jeito que ele vai embora, não pela maneira que chega. Tive que concordar. Afinal, quem chega tem sempre um sorrisinho, uma frase amiga, uma simpatia exagerada. Quem chega tenta maquiar defeitos, esconde os buracos, tampa as imperfeições. Quero mais é saber do caráter de quem vai no meio de lágrimas, gritos, pratos quebrados, brigas, bebidas, e juras de “eu nunca mais quero te ver”. É disso que eu quero saber.

Tenho de admitir que, no meio do caos todo, você se manteve você. Fui eu que quebrei. Despedacei. Achei que cê era super bonder, quando, no fundo, não passava de cola tenaz. Mas olha só: cê me rendeu meia dúzia de textos, compartilhamentos no Facebook, seguidores no Twitter, elogios até da minha mãe.

Por isso, vai. Vai com Deus e vai com calma. Numa boa. Tá tranquilo. Pode ir sem nem olhar pra trás, que aqui eu trato de me remendar. De novo e de novo e de novo, quantas vezes precisar.

Karine Rosa

Gostaria de ter a sabedoria e a paz de espírito necessárias para ignorar certas coisas. Mas ainda não cheguei lá. Um dia serei como minha mãe, que consegue ouvir qualquer absurdo com cara de paisagem, soltando no máximo um “umhum” de total indiferença. Antes, é claro, eu preciso aprender a ignorar minha mãe.
“Olha, não vou falar nada, não quero me meter, só acho que você fez tudo errado”, é um clássico atemporal de mamãe.
Natália Klein (via outrocometa)
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ifimeanalottoyou:

Drugs Under The Microscope

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Nunca espere demais da sorte ou dos outros, no fim não há quem não decepcione você.
Charles Bukowski. (via ansiei)
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tywnlannistar:

"Aquilo não deveria me incomodar. Quer dizer, eu sabia que Thalia e Luke tinham cuidado de Annabeth quando ela era pequena. Sabia que os três, juntos, eram fugitivos se escondendo de monstros, sobrevivendo sozinhos antes que Grover os encontrasse e tentasse levá-los para a Colina Meio-Sangue. Mas sempre que Annabeth fala do tempo que passara com eles, eu me sentia… não sei. Desconfortável?
Não. Não é esta a palavra.
A palavra é enciumado.” - O Mar de Monstros. 
Eu não acredito no destino por acaso. Acredito que sempre há um motivo para tudo nessa vida. É que a vida é assim: Às vezes estamos tão fechados dentro de nós mesmos, que deixamos passar certas coisas. Mas sempre sabemos a hora certa de se mostrar. Sempre há alguém que nos faz bem. Mesmo diante das circunstâncias, aparentemente sem saída, sempre há uma. Sabe, talvez, só precisemos de alguém que nos mostre isso, segure na nossa mão e diga:”Eu estou aqui com você.” Que nos protege quando mais precisamos.
Fernanda Gomes. (via velejo)
Meu problema é achar que eu sei da porra toda. E aí, quando a vida me mostra que eu estou estúpidamente errada, eu sofro. E isso acontece geralmente todos os dias.
Yasmin Diniz. (via auroriar)
Lucy acreditava em finais felizes, embora todos dissessem que ela estava errada. “Finais felizes são aqueles que você sabe que acabou, mas se sente aliviada por ter acabado.” Dizia a pobre moça, e todos discordavam. Lucy os achava uns idiotas pois não pensavam como ela. “Uma pena eles acharem que finais felizes são aqueles dos livrinhos infantis onde o príncipe encantado encontra a princesa e eles vivem em um castelo pelos restos de suas vidas.” Dizia ela a seus pais, e eles riam. Lucy achava isso a maior tonteira que haviam criado. Finais felizes não são assim, ela pensara. E as vezes duvidara de seus próprios pensamentos.
Lucy e seus olhos de mar. (via supostos)
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If I stand all alone will the shadows hide the colors of my heart? Blue for the tears, black for the night’s fears. The stars in the sky don’t mean nothing to you, they’re a mirror.
— Rod Stewart
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